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A melhor certeza que os nossos filhos não se deslumbram com as redes sociais, foi o alerta que o meu adolescente de 14 anos me deu hoje em relação ao "Leitão 2010", o tão badalado (e esperado) mega-encontro de twitters que vai acontecer no próximo domingo."Acho que se arriscam a grandes desilusões com este encontro de twitters" "Porquê'?" "Porque vão descobrir que algumas caras não têm nada a ver com os avatares, que os deputados são míudos de 13 anos que andaram a gozar a vossa cara, que aquele tipo que parecia interessante e charmoso é um grandessíssimo nerd... Cuidado."Não sendo ele frequentador da rede twitter, que conhece apenas pelos meus comentários em família, o que este "aviso" ilustra é que as novas gerações, nadas e criadas na internet, são bem mais prudentes e realistas que muitos adultos.Para além de ser reconfortante, é um bom indicador para as marcas que comunicam com esta geração e com os adultos que eles serão daqui a poucos anos. Muito realismo e muita sinceridade, é o que eles querem.
“Crise”, esta pequena palavra que ganhou nos últimos tempos uma nova dimensão, deveria ser eleita como uma das “palavras do século” em Portugal.Todos sabemos que os portugueses tendem a sofrer um pouco de pessimismo e negativismo agudo... à pergunta: “então como estás?”, o mais certo é responderem-nos com um “vai-se andando”, e nunca com um “está tudo óptimo, melhor seria impossível”. E como sempre, se a culpa de tudo não for do Governo, é com toda a certeza, culpa da crise.Com a desculpa da tão falada crise, a maior parte das empresas opta por um adormecimento colectivo, o que sinceramente me tira do sério. A falta de capacidade de grande parte das empresas portuguesas em enfrentar as adversidades leva a que o nível de desânimo empresarial cresça de dia para dia numa espiral que parece não ter fim.As empresas encontraram na crise uma fantástica desculpa para emagrecerem os seus investimentos em comunicação, acto que, quanto a mim, não poderia estar mais errado. O facto dos lucros estarem abaixo do desejado, levou a um corte imediato nos investimentos em comunicação. Na verdade, é em momentos de grande dificuldade que as empresas deveriam apostar em comunicação, optando assim por transformar uma adversidade numa oportunidade de comunicarem, de estarem presentes, de estarem visíveis em relação à concorrência e bem assim, galvanizarem novas oportunidades de negócio.A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.