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Prémios Comunicação 2013

por Alda Telles, em 28.12.13

 1. Sporting, a marca do ano

 

 

O Sporting conseguiu em 2013, na modalidade futebol, a proeza de que poucas marcas se podem orgulhar: cumpriu todas as promessas da marca. A saber: Esforço, Dedicação, Devoção e Glória.

 

Esforço: uma equipa muito jovem, um enorme esforço de concentração tanto dos jogadores como do treinador

Dedicação: de toda a estutura, empenhada na reconstrução da equipa e na reconquista do orgulho dos seus adeptos. 

Devoção: o Sporting sempre gozou de uma enorme devoção, uma fé religiosa dos seus adeptos. É agora maior que nunca.

Glória: como em todas as marcas, a sua sobrevivência exige glória, vitórias, ambição, aspiração.

 

O Sporting consegue terminar o ano com o posicionamento de uma marca premium, com um primeiro lugar no ranking da Liga e uma notoriedade pública muito positiva.

 

 

2. Miguel Macedo, a figura do ano 

 

 

O ministro da Administração Interna fez um royal flush de comunicação em 2013: passou entre nuvens de cinza e entre balas de borracha e termina o ano sem uma única marca de arranhadela na sua imagem.

 

Lançou um concurso de aluguer de meios aéreos envolto em polémica e suspeição, teve um dos piores anos de sempre em incêndios devastadores e oito mortes de bombeiros. E ficou a observar o mundo a revoltar-se com as condolências privadas do presidente da República às famílias enlutadas. Já com o ano mesmo a acabar, em vésperas de natal,  viu ser publicado um relatório que inputa as mortes aos falecidos.

 

Esteve desaparecido em combate na manifestação no parlamento de polícias à paisana que foram bem recebidos pelos colegas de farda. Conseguiu, 24 horas depois, apresentar uma medida infalível: demitiu o chefe dos polícias. E ainda conseguiu a proeza de arranjar um emprego melhor ao chefe despedido.

 

Estes episódios provocaram um ou outro beliscão, uma ou outra arranhadela superficial. Mas chegamos a 2014 com um ministro luzidio, uma imprensa benévola e uma oposição que tem de se preocupar com outras pastas.

 

A explicação para esta resiliência da imagem do ministro pode estar na sua postura, sempre séria (não ri) e ponderada (o episódio da cigarra e da formiga já lá vai). Pode estar também no facto de ter sido durante um ano líder parlamentar e beneficiar da complacência dos deputados, que antes de serem da esquerda ou da direita são colegas. Mas deve estar, tem de estar, também, numa eficaz assessoria de imprensa. Só pode.

 

Chapeau.

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publicado às 18:50

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