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Foto: Yoav Lemmer/AFP/Getty Image

 

Esta imagem tornou-se hoje viral. Uma "Photo-Op", isto é, uma oportunidade combinada para captar imagens de figuras públicas em eventos, tornou-se um pesadelo em termos de mensagem política.

 

Um simples gesto de Benjamin Netanyahu com a iluminação errada traçou um bigode hitleriano a Angela Merkel. A ironia é tanto maior quanto o termo "Photo-Op" tem ganhado fama negativa por ser meticulosamente preparado para obter imagens plásticas com forte conteúdo propagandístico. Em geral, dos Photo-Ops resultam imagens simpáticas de calorosos abraços, gestos ternurentos com criancinhas ou velhinhos em cuidados continuados.

 

No caso, esta gaffe involuntária pareceu obra divina para os detractores de Merkel e até mesmo do primeiro ministro israelita.

 

Em rigor, este é um caso em que mil palavras terão de valer mais, muito mais, que uma imagem.

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publicado às 00:10

Simao C, o fotógrafo impressionista

por Alda Telles, em 16.02.14

Podem procurar no twitter e no facebook pela hashtag #simaoc ou apreciar o seu trabalho aqui.

 

Simão Carvalho era um emigrante, vivia em Paris e fez das mais belas fotografias de Paris e também de Lisboa. Tinha 35 anos, uma idade improvável para morrer. 

 

Muitas das suas imagens intitulam-se "If I could paint" e a verdade é que vemos as cidades e as pessoas pela lente de um impressionista. 

 

Deixo aqui, para memória, alguns desses frescos que só um olhar apaixonado, puro e generoso poderia captar.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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publicado às 14:23

Filhos de uma rede menor

por Alda Telles, em 14.02.14

 26 de Fevereiro de 2013, Djibouti. Imigrantes africanos tentam captar a rede telefónica da Somália (mais barata) para falar com as suas famílias. JOHN STEINMEYER para a National Geographic. Primeiro prémio do World Press Photo 2014

 

 

Há muito tempo que uma fotografia premiada da World Press Photo não me tocava tanto. Fiquei instantaneamente atraída por esta imagem e totalmente apaixonada depois de ler o seu contexto.

 

São leituras em catadupa que nos assolam. Primeiro, a iconografia religiosa, como homens em adoração a um ser celeste, imaterial, infinito. Depois, percebemos que são telemóveis que fazem o lugar das velas. E que o ser celeste e imaterial é a rede telefónica que tentam captar. Um deus mais em conta do outro lado da fronteira imaginária.

 

E choramos. Por eles, emigrantes que se ligam e desligam do seu mundo ao sabor das frequências radiofónicas. Por nós, porque também. Também procuramos incessantemente rede mas não estamos ali.

 

A brutalidade do mundo é maior quando os despossuídos parecem se parecer connosco. Sem rede, não somos nada. Mas há sempre mais rede para uns do que para outros.

 

 

 

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publicado às 19:01



Um anúncio épico de 1983


(via Rui Ventura)

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publicado às 17:40

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publicado às 13:44

 

 

Antes de começar a jogar e a provar qualquer rendimento desportivo, o jogador egípcio Shikabala gerou um furacão na página do Facebook do Sporting.

Roberto Teixeira notou, num grupo do Facebook, que entre o anúncio da sua contratação e a confirmação no encerramento do mercado, na madrugada de dia 1 de Fevereiro, "em apenas 14 horas a página do Sporting Clube de Portugal alcançou mais de 60 mil novos fãs e nas últimas 48 horas teve um crescimento de mais de 100 mil."

Para além das centenas de comentários ao post do novo jogador, a página do Sporting "foi invadida por comentários da comunidade egípcia".

Em árabe, claro. 

 

Marco Marques, no mesmo grupo, explica este fenómeno: "Os países do norte de África, nomeadamente os situados a poente (países do Magrebe) e algum do prolongamento nascente (do qual o Egipto é a primeira porta de entrada) possuem um potencial comercial enorme no futebol (intimamente relacionado com o seu fanatismo) e o Sporting está a saber escolher figuras representativas de cada um desses países. Provavelmente, assistiremos, num futuro próximo, à chegada de algum jogador representativo de Marrocos, Tunísia e Líbia. O alcance da marca 'Sporting' crescerá muito mais depressa nestes países que nos mercados orientais (mais fidelizados às grandes Ligas Europeias) embora as abordagens não sejam mutuamente exclusivas."

 

Interessante esta análise do Marco referente à estratégia de expansão da marca Sporting para outras geografias  Interessante nesta estratégia a utilização do Facebook, onde o clube começou a postar em árabe. A página, aliás, tornou-se literalmente bilingue. Uma boa aposta e uma boa utilização das redes sociais.

 

 

 

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publicado às 08:25

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